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Comunicação com idosos: como tornar a interação mais eficaz

A comunicação com um idoso exige mais do que falar com clareza, é necessário empatia, paciência e adaptação. À medida que vamos envelhecendo, o nosso corpo sofre alterações físicas, cognitivas e emocionais, isto pode alterar a forma compreendemos e interagimos com os que nos rodeiam. É fundamental que a comunicação para que a mensagem transmitida seja compreendida e bem recebida. Pontos-chave do artigo Importância de adaptar a comunicação na terceira idade Barreiras comuns: audição, visão, memória e fatores emocionais Estratégias eficazes: linguagem clara, escuta ativa e comunicação não verbal Adaptação em diferentes contextos: saúde, casa e serviços públicos Recursos úteis para cuidadores e profissionais. Porque é importante adaptar a comunicação na terceira idade? De forma a manter a autonomia, autoestima e qualidade de vida na terceira idade, é essencial adaptar a comunicação ao falar com este público. Uma interação empática e eficaz pode reduzir sentimentos de isolamento, prevenir mal entendidos seja em contextos de saúde como familiares. O importante é respeitar as necessidades e dificuldades de cada pessoa. Principais barreiras na comunicação com idosos Défice auditivo e visual Com o passar dos anos a perda de audição ou visão é bastante comum e dificulta a perceção das palavras, expressões faciais ou até mesmo da linguagem corporal. É necessário ter um cuidado e não falar muito depressa, baixo ou de costas para tornar a comunicação eficaz. Alterações cognitivas O Alzheimer e a demência são exemplos de doenças comuns que afetam a atenção, a memória e até mesmo o discernimento. Isto pode causar uma frustração tanto para a pessoa idosa como para a pessoa que tenta comunicar com ela, exigindo uma abordagem mais paciente e estruturada. Fatores emocionais e sociais A solidão, o isolamento e a perda de entre queridos podem interferir com o estado emocional do idoso e reduzir a vontade deste comunicar. A dificuldade em “não acompanhar a conversa” pode causar vergonha ou até medo e interferir na interação. Estratégias eficazes de comunicação com pessoas idosas A adoção de estratégicas facilita a comunicação com o idoso. Trazemos o exemplo de algumas. Uso de linguagem clara e pausada O uso de frases complexas ou gírias pode dificultar a compreensão do idoso. O essencial é que fale devagar, num tom de voz calmo e que articule bem as palavras. É importante que dê tempo ao idoso para processar a informação e reagir. Não fique impaciente. Valorização da escuta ativa Pode parecer básico mas é importante mostrar que está a ouvir, mantenha o contacto visual e vá acenando com a cabeça. A escuta ativa transmite empatia, confiança e respeito mútuo. Todos estes elementos fundamentais para uma boa comunicação. Atenção à comunicação não verbal A comunicação não verbal é tão essencial quanto a verbal. Manter uma postura tranquila, contacto visual e gestos suaves reforça a mensagem que transmite com palavras. Um simples sorriso, uma expressão serena ou um toque delicado podem fazer o idoso sentir-se respeitado, seguro e compreendido. Como adaptar a comunicação em contextos específicos Hospitais e cuidados de saúde. Os profissionais de saúde devem usar palavras simples, confirmar se a informação foi bem recebida e permitir que o idoso faça perguntas Ambientes familiares. Mantenha um ambiente tranquilo e recetivo. É necessário incentivar a partilha de histórias para reforçar os laços afetivos, não se esqueça de dar tempo de resposta. Serviços públicos e atendimento. O atendimento deve ser paciente, com paciência e se for necessário preste apoio escrito. Profissionais formados para lidar com esta faixa etária é fundamental na qualidade do serviço prestado. Recursos úteis para profissionais e cuidadores Alguns recursos importantes que devem ser adotados para os profissionais e cuidadores são: Formações em comunicação geriátrica Guias e manuais práticos de instituições como a DGS ou a Associação Alzheimer Portugal Grupos de apoio e comunidades online onde cuidadores podem trocar experiências e boas práticas Ferramentas visuais e auditivas de apoio, como quadros de comunicação, dispositivos amplificadores ou aplicações mobile adaptadas. Quer seja profissional, cuidador ou familiar, comunicar com empatia com os idosos é um gesto de respeito e humanidade. É através dessa escuta atenta e presença genuína que eles se sentem verdadeiramente acolhidos e incluídos — algo essencial em qualquer momento da vida, mas especialmente nesta fase tão delicada e valiosa.   Leia o nosso PDF informativo sobre como comunicar com um idoso. Links importantes sobre esta temática: Comissão de proteção do idoso Alzheimer Portugal ANAI – Associação Nacional de Apoio ao Idoso Os conteúdos deste blog são informativos. Não substituem diagnóstico ou tratamento médico. Consulte sempre um profissional de saúde. Partilhar:

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idosos a fazer exercícios sentados

Exercícios em cadeira para idosos: simples e seguros

Existem várias opções simples e seguras que ajudam a melhorar a força, a circulação e o bem-estar. Neste artigo, partilhamos sugestões seguras de exercícios sentados, ideais para se fazer em casa ou em instituições, e que respeitam os limites e o ritmo de cada pessoa. Pontos-chave do artigo A atividade física é essencial para idosos, mesmo com mobilidade reduzida, e pode ser realizada em segurança com exercícios sentados Estes exercícios melhoram a circulação, a força muscular, o equilíbrio e o bem-estar emocional O artigo apresenta 2 alongamentos e 5 exercícios fáceis de executar com ou sem acessórios Inclui orientações sobre frequência, segurança, contra indicações e dicas para adaptar os exercícios à realidade de cada idoso. Por que são importantes? A prática regular de exercícios físicos, ainda que adaptados, pode melhorar a circulação, fortalecer os músculos, aliviar dores articulares e contribuir para o bem-estar físico e emocional dos idosos. É necessário respeitar as necessidades físicas de cada idoso, os exercícios sentados apresentam baixo risco de lesões e conseguem obter os mesmos resultados que os exercícios em pé. Além disso, promovem a autonomia, contribuem para o bem-estar e facilitam a inclusão. Que tipo de cadeira usar? A escolha da cadeira é importante para que os exercícios sejam feitos de forma correta, esta não deve ter rodas e deve ser confortável. É fundamental que as costas estejam direitas e estáveis. Com que frequência praticar? Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) os exercícios devem ser realizados 2 a 3 vezes por semana, com sessões de 20 a 30 minutos. No entanto, o mais importante é combater o sedentarismo e promover o exercício físico. Os idosos devem começar com pequenas atividades e ir aumentando a frequência, duração e intensidade, dentro do que é possível consoante as necessidades específicas de cada idoso. Lista de exercícios nas cadeiras e sugestões de como praticar Antes de qualquer prática física os alongamentos são imprescindíveis, para que não haja risco de lesões. Estes melhoram a circulação sanguínea e aquecem os músculos.   Mostramos-lhe dois exemplos de alongamentos para idosos: Alongamento do pescoço Sente-se com as costas direitas e os pés bem assentes no chão Incline lentamente a cabeça para o lado esquerdo Mantenha a inclinação até sentir um alongamento suave no lado direito do pescoço Ainda nessa posição, estenda o braço direito para baixo e ligeiramente para o lado Mantenha o alongamento por 15 a 20 segundos, e não se esqueça de respirar lentamente Volta à posição neutra com cuidado Repita o exercício para o lado contrário (cabeça para o ombro direito, braço esquerdo estendido) Para finalizar, pode rodar lentamente a cabeça num movimento circular completo (360°), com calma e sem forçar. Círculo de ombros Sente-se com as costas direitas e os pés bem apoiados no chão Coloque as pontas dos dedos das mãos sobre os ombros, com os cotovelos apontados para os lados Faça círculos com os cotovelos para a frente, movendo os ombros em rotação Repita o movimento 15 vezes para a frente, de forma lenta e controlada Depois, inverta a direção: faça círculos com os cotovelos para trás Repita o movimento 15 vezes para trás Mantenha sempre uma respiração calma durante o exercício. Depois de alongar, seguem 5 exercícios que trabalham tanto a parte superior como inferior do corpo: 1. Elevação alternada das pernas Ajuda a fortalecer as coxas e melhorar a circulação.   Tem de estar sentado com as costas direitas e os pés no chão Estique uma das perna para a frente e mantenha-a nessa posição por 3 a 5 segundos Volte à posição inicial e repita com a outra perna Deve fazer 10 repetições com cada perna. 2. Alongamento lateral do tronco Melhora a flexibilidade e ajuda a aliviar a tensão.   Com os pés no chão, levante o braço direito por cima da cabeça Incline o tronco ligeiramente para o lado esquerdo Mantenha a posição 10 segundos e volte ao centro Repita com o lado oposto. Faça 3 vezes de cada lado 3. Puxar os braços para trás (Juntar as omoplatas) Fortalece a parte superior das costas.   Estique os braços à frente, com os polegares virados para cima Puxe os cotovelos para trás como se fosse “abrir o peito” Junte as omoplatas e mantenha por 2 segundos Volte a esticar os braços. Faça 10 repetições. 4. Pressão das mãos nos joelhos Ative a zona abdominal de forma segura.   Coloque as mãos nos joelhos e faça força como se fosse empurrá-los Ao mesmo tempo, faça força com as pernas contra as mãos Mantenha a pressão por 5 segundos e relaxe Repita 8 a 10 vezes. 5. Marcha no lugar (versão sentada) Ativa a circulação e melhora a coordenação.   Sente-se com as costas direitas e levante um joelho de cada vez Alterne as pernas, como se estivesse a “marchar” sentado Mantenha o ritmo por 30 segundos a 1 minuto Descanse e repita 2 ou 3 vezes. Cuidados antes de começar Antes que os idosos iniciem este processo de atividade física é necessário ter atenção aos seguintes cuidados:   Escolha da cadeira: confortável mas que fiquem com as costas direitas e estáveis Frequentar aulas ou ter ajuda de um profissional Respeitar os limites do corpo Roupas confortáveis Supervisão: de forma a garantir segurança e motivação. Quem pode (ou não) fazer? Estes exercícios são seguros e benéficos para quase todos os idosos, no entanto é necessário um cuidado e uma atenção redobrada para alguns dos casos.   Indicado para: Idosos com mobilidade reduzida, utilizadores de cadeira de rodas ou com dificuldades de equilíbrio Pessoas em recuperação de cirurgias Idosos com doenças crónicas leves (como diabetes ou hipertensão controlada) Quem pretende manter ou melhorar a força, circulação e flexibilidade sem risco de quedas.   Evitar ou consultar médico: Idosos com doenças cardíacas ou problemas respiratórios Pessoas com dores agudas, inflamações recentes ou lesões articulares/musculares Quem sente tonturas frequentes, desmaios ou apresenta sinais de desorientação. Acessórios simples para complementar os exercícios O uso de acessórios complementa alguns dos exercícios, de forma a aumentar a

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vários alimentos para idosos

Alimentação para idosos: um guia completo e prático

Uma alimentação equilibrada é importante em todas as fases da vida, mas torna-se fundamental na terceira idade. As mudanças naturais do envelhecimento exigem uma dieta ajustada às novas necessidades do corpo, promovendo a saúde e o bem-estar. Se está à procura de dicas práticas, este artigo é ideal para si.   Descubra como adotar uma alimentação saudável na velhice, com recomendações para diferentes condições de saúde. Pontos-chave do artigo A alimentação na terceira idade deve ser ajustada às mudanças do envelhecimento Nutrientes como cálcio, ferro, vitaminas D e B, magnésio e ómega 3 são essenciais Alimentos frescos, naturais e integrais devem ser priorizados, evitando os processados O artigo inclui recomendações para situações específicas como diabetes, Alzheimer e disfagia. Por que a alimentação muda com a idade? O nosso organismo com o passar dos anos sofre várias alterações, sendo uma delas o sistema digestivo – este fica comprometido e requer uma maior atenção. Por isso, é fundamental que os idosos sigam uma dieta equilibrada e ajustada às suas necessidades. Uma alimentação adequada ajuda a prevenir disfunções imunológicas, cognitivas e metabólicas.   Segundo um estudo publicado pelo Expresso, uma alimentação saudável auxilia na longevidade e pode aumentar a esperança média de vida em até 10 anos. A pesquisa explica que uma alimentação rica em vegetais prolonga a vida em mais de três anos. Embora os bons hábitos alimentares devam ser adotados desde cedo, mudanças feitas mais tarde continuam a trazer benefícios – o essencial é adaptar a alimentação às necessidades de cada fase da vida. Nutrientes essenciais na alimentação de idosos É importante garantir o consumo de nutrientes que se ajuste às necessidades específicas da terceira idade:   Cálcio: fortalece os ossos e previne osteoporose Ferro: mantém uma boa oxigenação dos tecidos e órgãos, combate a fadiga e fortalece o sistema imunitário Vitamina C: contribui para a imunidade, protege o cérebro e previne doenças degenerativas Vitamina D: facilita a absorção de cálcio e contribui para a saúde óssea e muscular Vitamina B: ajudam no metabolismo, memória e bem-estar mental Zinco: ajuda na proteção de infeções, contribuiu para a cicatrização Ómega 3: prevenção de doenças como Alzheimer, depressão e Parkinson Magnésio: Melhora a qualidade do sono, regula o cálcio e contribui para a saúde cardiovascular e neurológica. Como deve ser a alimentação para idosos? Além da escolha dos alimentos, a hidratação e a frequência das refeições são fundamentais:   Beber pelo menos 1,5 litros de água por dia (incluindo sopas e chás como aliados à hidratação) Fazer cinco a seis refeições por dia: pequeno-almoço, almoço, jantar e lanches Comer de três em três horas para manter a energia e o metabolismo estáveis Optar por alimentos frescos, naturais e pouco processados Evitar o jejum prolongado e refeições pesadas à noite. Alimentos recomendados para idosos Para para promover a saúde, facilitar a digestão e prevenir carências nutricionais comuns nesta fase da vida, é importante o consumo de alimentos ricos em nutrientes:   Legumes e vegetais: couve, brócolos, espinafres, batata, feijão-verde. Frutas: banana, maçã, papaia, morangos, laranja – ricas em vitaminas e fibras. Laticínios magros: iogurtes naturais, leite meio-gordo – reforçam a saúde óssea. Cereais integrais: aveia, pão integral, arroz integral – promovem a saciedade e regulam o trânsito intestinal. Fontes de proteína: peixe, carnes magras, ovos e leguminosas (como grão e lentilhas). Alimentos a evitar ou moderar Evitar: Açúcares refinados Gorduras saturadas Produtos ultraprocessados Consumo excessivo de sal. Consumir com moderação: Laticínios gordos (como certos queijos ou molhos, sendo o mais indicado laticínios magros) Bebidas como chá e café (podem interferir na absorção de ferro) Chocolate em refeições principais.   Alimentação para situações espcíficas Idosos com diabetes Devem seguir uma dieta variada e equilibrada, limitando açúcares simples e alimentos com alto índice glicémico. Idosos com Alzheimer A rotina é importante para um idoso com Alzheimer:  refeições simples, familiares e rotineiras auxiliam na sua autonomia. Idosos com disfagia (dificuldade em engolir) O importante para os idosos com disfagia é que as texturas sejam adaptadas às suas necessidades, como é o caso dos purés e líquidos mais espessos. O importante é evitar comida seca ou que seja mais difícil de mastigar. Idosos acamados Devem consumir alimentos de fácil digestão, ricos em fibras, e ajustados às suas necessidades nutricionais específicas para evitar a obstipação. Como montar um plano alimentar para uma pessoa idosa? Um plano alimentar saudável para idosos deve incluir: Seis refeições diárias bem distribuídas Presença de frutas, legumes e vegetais em todas as refeições Fontes de proteína (carnes brancas, peixe, ovos, laticínios) em pelo menos uma refeição principal Hidratação ao longo do dia.   Segue um exemplo mais conciso de um plano alimentar diário para um idoso: Pequeno almoço Meio da manhã Almoço Lanche Jantar Ceia Leite magro + pão (integral) + fruta Iogurtes + frutos secos Sopa +bifes de frango grelhados + arroz integral + legumes Chá + tosta integral + fruta Sopa + omelete com legumes Chá + bolacha integral Suplementos alimentares: quando são necessários? Os suplementos alimentares para idosos só devem ser tomados quando há deficiência nutricional comprovada. Assim, é importante que as pessoas de terceira idade compensem certas deficiências nutricionais através da suplementação. Cada idoso tem necessidades específicas que devem ser avaliadas por um profissional de saúde. Dicas para estimular o apetite em idosos Criar horários fixos para as refeições Apostar num cardápio variado Implementar snacks saudáveis Estar atento a sintomas físicos ou emocionais que afetam o apetite Estimular o convívio à mesa e oferecer apoio emocional. Mais do que uma questão de nutrição, cuidar da alimentação na terceira idade é uma forma de promover dignidade, autonomia e qualidade de vida. Pequenas escolhas diárias, feitas com atenção e carinho, têm um impacto profundo no bem-estar físico e emocional dos idosos — sobretudo numa fase da vida em que este cuidado é mais necessário do que nunca. Partilhar:

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auxiliar a ajudar uma senhora idosa a levantar-se

Como tornar o acompanhamento de idosos a consultas num momento tranquilo e seguro

Um dia foram eles que nos seguraram a mão nas consultas, que nos acalmaram os medos e trataram de tudo por nós. Hoje, os papéis invertem-se e é a nossa vez de estar lá. Acompanhar um idoso ao médico é tão mais do que um gesto prático: é um ato de cuidado, de respeito e de gratidão.   Este artigo é, então, para quem cuida: com presença, com paciência e com amor. Reunimos dicas simples e práticas para tornar as consultas médicas mais tranquilas e seguras para quem já cuidou tanto de nós. Pontos-chave do artigo Acompanhar um idoso ao médico é um gesto de cuidado, apoio emocional e segurança. Preparar a consulta com antecedência ajuda a identificar sintomas e esclarecer dúvidas. Durante a consulta, é importante tomar notas, fazer perguntas e garantir que tudo fica compreendido. O transporte deve ser feito com conforto e segurança, respeitando as limitações do idoso. Existem serviços profissionais que podem apoiar quem não consegue acompanhar presencialmente. Porque é tão importante acompanhar um idoso nas consultas médicas? Com o passar dos anos, é natural surgirem mais consultas, exames e tratamentos. Mas também é comum aparecerem receios: medo de más notícias, vergonha de partilhar certos sintomas ou até dificuldades em perceber o que o médico diz.   Muitas vezes, o idoso sente-se perdido no meio de tanta informação. Pode não se lembrar do nome de um medicamento, esquecer-se de sintomas importantes ou simplesmente não conseguir expressar bem o que sente. Ter alguém ao lado dá segurança, ajuda a organizar ideias e garante que nada fica por dizer ou por compreender. Antes da consulta: preparar com tempo e empatia A preparação começa bem antes de sair de casa. Deixamos-lhe algumas sugestões simples que fazem toda a diferença:   Conversar com calma. Uns dias antes, pergunte como se tem sentido. Há algo que o preocupa? Alguma dor nova? Esta conversa deve ser feita num momento tranquilo, sem pressas nem distrações Tomar nota dos pontos importantes. Anote os sintomas, dúvidas, reações aos medicamentos e qualquer outro detalhe relevante. Também é útil fazer uma lista das perguntas a fazer ao médico Organizar os documentos. Leve sempre o cartão de cidadão, o cartão do SNS ou seguro de saúde, lista de medicação atual (com dosagens) e relatórios ou exames recentes. DPOC em Portugal: o peso dos números e o alerta dos especialistas Antes mesmo da consulta começar, a forma como o idoso é transportado pode fazer toda a diferença. Assegurar conforto e segurança no trajeto é um gesto de cuidado que transmite tranquilidade desde o primeiro momento.   Verificar se o idoso precisa de ajuda para entrar e sair do carro Evitar horas de maior trânsito ou calor, garantindo que a viagem é tranquila Usar sempre cinto de segurança e, se necessário, almofadas ou suportes de apoio Levar água e medicação, caso a espera se prolongue Se não tiver possibilidade de o levar, pondere recorrer a serviços profissionais de transporte de doentes não urgentes. Durante a consulta: ser presença e apoio A consulta médica pode ser curta, por isso tem de ser eficaz. E o papel do acompanhante é garantir que tudo corre da melhor forma e que todas as questões são abordadas:   Estar atento e tomar notas. Escrever o que o médico diz ajuda a recordar mais tarde e evita confusõesAjudar na comunicação. Se o idoso não perceber alguma coisa, pedir ao médico que explique de outra forma. Não há vergonha nenhuma nisso. Aliás, é um direito. Fazer perguntas, se necessário. “Para que serve este medicamento?”, “Vai causar efeitos secundários?”, “Há alternativas?”. São dúvidas legítimas que merecem resposta clara Confirmar que tudo ficou bem compreendido. Antes de sair, é importante repetir o que ficou combinado: medicação, exames a fazer, cuidados a ter. O médico pode até escrever as instruções, se for preciso. Depois da consulta: continuar o cuidado em casa A consulta não termina quando se sai do consultório. A seguir, é tempo de:   Rever as anotações e explicar com calma. Relembrar o que foi dito, reforçar os cuidados a ter e ajudar a planear os passos seguintes Acompanhar a toma da medicação. Verificar se foi compreendido como e quando tomar os medicamentos, e se há interações com outros produtos (incluindo suplementos ou chás) Marcar os próximos exames ou consultas. E guardar tudo num local acessível, para manter o registo atualizado. E se não puder acompanhar? Existem alternativas seguras? Nem sempre é possível estar presente. Por motivos de trabalho, distância ou outros compromissos, há momentos em que o idoso pode precisar de apoio profissional.   Nesse caso, vale a pena considerar serviços especializados de transporte e acompanhamento de doentes não urgentes, como os prestados pela Ambula. Estes serviços asseguram a deslocação segura e confortável, assim como podem incluir apoio no próprio consultório, para garantir que o idoso não está sozinho e que a informação médica é corretamente transmitida à família ou cuidador principal. A presença que faz a diferença Estar presente numa consulta é muito mais do que estar sentado ao lado. É ouvir, perguntar, acolher. É ajudar o idoso a sentir-se respeitado, ouvido e confiante. Porque, muitas vezes, é no apoio silencioso e atento que se faz a maior diferença.   Se tiver um familiar que começa a faltar às consultas, que sai confuso ou que parece mais inseguro com os cuidados de saúde, talvez o que ele precise seja mesmo de alguém que o acompanhe (não apenas fisicamente, mas emocionalmente também).   No fundo, é isto que todos procuramos em momentos de vulnerabilidade: saber que não estamos sozinhos. E, quando se trata de cuidar dos mais velhos, cada gesto conta. Partilhar:

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Vitamina D em falta? Saiba para que serve e como garantir níveis saudáveis

É conhecida como a “vitamina do sol” e não é por acaso. Uma simples caminhada ao ar livre, com a pele exposta ao sol, é suficiente para que o corpo comece a produzi-la. Mas… sabe para que serve afinal a vitamina D? E, para além do sol, sabe onde encontrá-la em outras fontes naturais? Se tem essas dúvidas, este artigo é para si. Vamos a isso? O que é a vitamina D? É uma vitamina lipossolúvel (ou seja, que se dissolve na gordura – lípidos) que o próprio corpo consegue produzir quando é exposto ao sol. Também pode ser obtida através da alimentação e, em alguns casos, por suplementos.   O curioso? Apesar de ser chamada de vitamina, a D comporta-se mais como uma hormona, porque está envolvida em várias funções importantes no organismo, desde a saúde dos ossos ao sistema imunitário. Para que serve a vitamina D? Esta vitamina tem um papel muito mais abrangente do que se pensa. Eis os principais benefícios da vitamina D:   Ajuda na absorção de cálcio e fósforo, dois minerais fundamentais para manter ossos e dentes fortes Contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário Apoia o crescimento e desenvolvimento saudável das crianças Tem ação anti-inflamatória e antioxidante Pode ajudar a prevenir doenças como osteoporose, infeções respiratórias, diabetes, problemas cardiovasculares e até depressão.   Um estudo publicado recentemente reforça que níveis adequados desta vitamina ajudam a prevenir fraturas e osteoporose, especialmente em pessoas mais velhas. Outro trabalho científico analisou o papel da suplementação de vitamina D em pessoas com maior fragilidade muscular e os resultados mostraram melhorias na força e menor risco de complicações. Onde encontrar vitamina D? A vitamina D pode ser obtida de três formas: sol, alimentação e suplementos. E aqui entra uma questão importante: apesar de Portugal ser um país solarengo, mais de metade da população tem défice de vitamina D. Curioso, certo?   Um estudo publicado na Archives of Osteoporosis, com mais de 3 mil participantes, concluiu que dois em cada três portugueses têm níveis insuficientes de vitamina D, mesmo no verão – sendo a situação ainda mais crítica nos Açores, onde afeta 82% da população. Ou seja, mesmo num país com tanto sol, a deficiência de vitamina D afeta a maioria da população e está presente em todas as faixas etárias.   Perante estes números, importa perceber como é que se pode garantir uma boa dose desta vitamina no dia a dia. Exposição solar É a principal forma de produção de vitamina D. Bastam cerca de 15 a 20 minutos por dia de exposição solar (sem protetor solar) em zonas como rosto, braços ou pernas. Mas claro, sempre com bom senso, nada de exageros, para evitar os riscos de excesso de sol. Alimentos com vitamina D Nem todos os alimentos têm vitamina D, mas há alguns que se destacam. Os melhores exemplos são:   Peixes gordos (salmão, atum, sardinha, cavala, arenque) Óleo de fígado de bacalhau Gema de ovo Fígado Cogumelos (sobretudo os expostos ao sol) Lacticínios e cereais fortificados. Suplemento de vitamina D: sim ou não? Depende. Em certos casos, os suplementos de vitamina D são recomendados por profissionais de saúde, sobretudo para:   Pessoas com pouca exposição solar Idosos Grávidas Crianças até aos 12 meses Quem tem doenças que dificultam a absorção da vitamina Pessoas com défice confirmado em análises. Mas atenção: a vitamina D é lipossolúvel, o que significa que o excesso pode acumular-se no organismo. Por isso, a suplementação deve ser sempre acompanhada por um profissional de saúde. Níveis demasiado elevados podem causar problemas como hipercalcemia e complicações renais. Como tomar vitamina D? A melhor altura para tomar vitamina D é junto de uma refeição com gordura, já que se trata de uma vitamina lipossolúvel, o corpo absorve melhor quando há gordura presente. Se o médico recomendar um suplemento, a toma pode ser feita de várias formas:   Diariamente: em gotas, cápsulas ou comprimidos De forma espaçada: semanal ou mensal, dependendo da dose.   Em adultos, considera-se que níveis acima dos 20 ng/mL no sangue são adequados. Abaixo disso, há risco de insuficiência ou défice. Sintomas de défice de vitamina D? É possível ter défice de vitamina D sem dar por isso. Na verdade, muitos casos são silenciosos. Quando surgem sintomas, os mais comuns são:   Cansaço frequente Fraqueza muscular Dores nos ossos ou nas articulações Maior propensão a infeções Quedas frequentes em pessoas idosas.   Nas crianças, o défice pode levar a problemas no crescimento, como raquitismo. Nos adultos, aumenta o risco de osteoporose, fraturas e problemas musculares. A vitamina D é discreta, mas faz muito pelo corpo. Seja com uma caminhada ao sol, uma dose de alimentos ricos ou, se necessário, um suplemento, o importante é não deixá-la em falta. O corpo agradece… e a saúde também. Partilhar:

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Atividades para idosos: ideias simples para dias mais felizes e ativos

Com o passar dos anos, o corpo abranda, mas a vontade de viver bem continua – e é aí que entram as atividades certas. Ter o dia preenchido com momentos agradáveis, que estimulam a mente, o corpo e o coração, faz toda a diferença na qualidade de vida de qualquer idoso.    Seja em casa, num lar ou num centro de dia, existe sempre algo que pode ser feito para trazer mais ânimo, mais convívio e até mais saúde. Leia, de seguida, várias sugestões de atividades para idosos, divididas em três grandes grupos: cognitivas, físicas e sociais. Tudo para inspirar dias mais felizes, ativos e cheios de significado. Atividades cognitivas para idosos A mente também precisa de exercício e, quanto mais a usamos, mais ágil ela fica. As atividades cognitivas ajudam a manter a memória viva, a concentração em alta e até a autoestima. São uma ótima forma de combater o isolamento, estimular a criatividade e, acima de tudo, proporcionar momentos divertidos e significativos.   Estas atividades podem ser feitas individualmente ou em grupo, e são ideais tanto para quem vive sozinho como para quem está num lar ou centro de dia. Existem também muitos materiais gratuitos online com atividades e jogos para idosos em PDF, ideais para imprimir e usar com frequência. Deixamos-lhe algumas ideias:   Palavras cruzadas, sudoku e sopas de letras Jogos de memória e puzzles (de encaixe, de imagens, de lógica) Leitura em grupo ou individual (livros, revistas ou audiolivros) Oficinas de escrita e atividades de escrita para idosos, como cartas, contos ou memórias Jogo do STOP, jogo do galo, jogo da forca Bingo temático (números, imagens ou palavras) Clube do livro com chá e bolinhos Aulas de informática ou de novas tecnologias Aprender uma nova língua ou relembrar o inglês “engavetado” Aplicações de jogos online para treinar o cérebro Atividades sensoriais (cheiros, sons, texturas…) Modelismo: aviões, barcos, construções em miniatura Jogo das diferenças ou jogo dos sabores Visionamento de documentários ou filmes com debate no fim Karaoke para exercitar a memória musical (e o bom humor!). Atividades físicas para idosos Mexer o corpo é tão importante como alimentar a alma. A atividade física traz inúmeros benefícios: melhora o equilíbrio, dá energia, ajuda a dormir melhor, fortalece os músculos e protege o coração. Além disso, pode ser uma excelente forma de conviver e partilhar momentos com os outros.   É importante adaptar as atividades ao ritmo de cada pessoa: não é uma corrida, é um passeio com prazer. O segredo é manter o corpo em movimento de forma segura e divertida. Aqui ficam 16 sugestões de atividades físicas para idosos, algumas delas adaptadas para quem tem mobilidade reduzida.   Caminhadas ao ar livre ou no interior Yoga em cadeira Alongamentos suaves e diários Pilates adaptado Ginástica sénior com música Dança (de salão, folclore ou livre!) Tai chi (movimentos suaves e conscientes) Jogos com bola, como encestar ou passar ao colega Natação e hidroginástica (ótimas para as articulações) Musculação leve com halteres ou elásticos Bóccia, bowling ou mini-golf Exercícios de equilíbrio e coordenação motora Sessões de fisioterapia em grupo Subir e descer degraus com supervisão Passear o cão ou cuidar do jardim Sessões de dança criativa ou livre expressão corporal. Atividades sociais para idosos O convívio é um dos maiores alimentos para o bem-estar emocional. Estar com outras pessoas, rir, partilhar histórias e sentir-se parte de um grupo faz toda a diferença. As atividades sociais para idosos combatem a solidão, trazem leveza, alegria e sentido de pertença.   Podem ser simples ou mais elaboradas, feitas em casa, em lares ou em centros de dia. O importante é criar momentos de encontro, onde todos se sintam valorizados.   E, para quem vive sozinho, estas atividades podem ser feitas com vizinhos, amigos ou em centros de convívio locais.   Jogos de tabuleiro em grupo (dominó, cartas, Uno, damas, bingo…) Chá da tarde com amigos e familiares Festas temáticas (Páscoa, Santos Populares, Halloween…) Noites de cinema com pipocas Tardes musicais ou sessões de karaoke Visitas de animais de estimação Sessões de partilha de histórias ou tradições Passeios a jardins, museus ou praias Piqueniques no pátio ou até dentro de casa Voluntariado (tricotar mantas, preparar cabazes, escrever cartas…) Oficinas de culinária ou troca de receitas Degustações de pratos típicos Clubes temáticos (cinema, música, arte…) Jantares temáticos com pratos de diferentes países Dinâmicas de grupo com perguntas divertidas sobre o passado Concursos de talentos (cantar, pintar, contar anedotas). Atividades para idosos em lares Nos lares, mais do que garantir cuidados básicos, é extremamente importante oferecer uma rotina que promova o bem-estar, a autoestima e o sentido de pertença dos residentes. Ter um plano de atividades para idosos é uma forma de combater a solidão, estimular as capacidades físicas e mentais e, acima de tudo, proporcionar momentos de alegria e motivação.   Muitos idosos chegam aos lares com receios de perder a autonomia ou de cair na monotonia. As atividades ajudam a quebrar essa ideia e a transformar o dia a dia num espaço de partilha, aprendizagem e divertimento. Além disso, ao envolver todos os residentes, cria-se um ambiente mais caloroso, acolhedor e ativo.   Eis atividades para idosos em lares que podem ser adaptadas com facilidade: Atividades cognitivas Sessões de leitura em grupo com discussão de histórias ou temas atuais Palavras cruzadas, sopas de letras e jogos de memória em formato grande Oficinas de atividades de escrita para idosos: criação de pequenas histórias, cartas ou até jornais do lar Jogos de tabuleiro como bingo, dominó, damas e cartas em grupo Contação de histórias (onde cada residente partilha memórias ou tradições) Visualização de filmes/documentários com debate no fim. Atividades físicas Ginástica sénior adaptada (sentados ou em pé, com música suave) Caminhadas no jardim do lar ou dentro do espaço, com apoio Sessões de alongamentos ou yoga em cadeira Dança em grupo com ritmos conhecidos (valsa, fado, ranchos…) Bóccia, bowling com garrafas, passar o balão ou encestar a bola Tarefas leves como cuidar das plantas, fazer recados simbólicos ou ajudar a montar mesas

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Veja como pedir o cartão de estacionamento para pessoas com deficiência

Para quem tem dificuldades de mobilidade, encontrar um lugar de estacionamento próximo do destino faz toda a diferença no dia a dia. O cartão de estacionamento para pessoas com deficiência surge, assim, como uma solução para facilitar a acessibilidade. Um dístico especial que permite estacionar em lugares reservados e, em certas condições, em outros locais de forma mais acessível. Mas como se pode obter este cartão? Quem tem direito? Quais as vantagens? Vamos dizer-lhe tudo o que precisa de saber. O que é o cartão de estacionamento para pessoas com deficiência? É um documento que permite ao titular usufruir de lugares reservados para estacionamento exclusivos para pessoas com deficiência. O cartão permite, ainda, estacionar em locais não autorizados para estacionamento, desde que seja absolutamente necessário e por um curto período de tempo (sem comprometer a circulação de peões ou outros veículos). Como é um cartão atribuído à pessoa e não ao veículo, pode ser usado em qualquer carro que a transporte. Como funciona? Por permitir estacionar em lugares reservados ou em locais onde normalmente seria proibido, deve ser colocado no para-brisas do carro de forma visível, e só pode ser utilizado pelo titular, seja como condutor ou passageiro.   O uso indevido pode resultar em coimas e apreensão do dístico. Quem pode pedir o cartão de estacionamento? Para obter este cartão, é necessário cumprir alguns requisitos. O pedido pode ser feito por quem tenha:   Deficiência motora ou física permanente, com um grau de incapacidade igual ou superior a 60% Deficiência intelectual ou Perturbação do Espetro do Autismo (PEA), também com grau de incapacidade igual ou superior a 60% Deficiência visual permanente, com grau de incapacidade igual ou superior a 95% Doença oncológica com incapacidade igual ou superior a 60%, desde que o atestado médico indique dificuldades de deslocação na via pública Deficiência reconhecida pelas Forças Armadas, desde que certificada pelo respetivo cartão de deficiente das Forças Armadas e com um grau de incapacidade igual ou superior a 60%. O cartão é atribuído sem restrições de idade e pode ser solicitado a qualquer momento. Como pedir o cartão de estacionamento para pessoas com deficiência? 1. Online (IMT Online) Aceda ao Portal do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) e autentique-se com os dados das Finanças, Cartão de Cidadão ou Chave Móvel Digital Escolha a opção “Cartão de estacionamento para pessoas com deficiência” Preencha o formulário e anexe os documentos necessários (que vamos indicar de seguida) O cartão é enviado por correio para a morada indicada. 2. Por correio Imprima e preencha o formulário modelo 13-IMT Junte os documentos obrigatórios Envie tudo para a Direção Regional do IMT da área de residência O cartão é posteriormente enviado por correio. 3. Ao balcão Dirija-se a um balcão de atendimento do IMT Entregue os documentos necessários O cartão será enviado por correio para a morada registada. Documentos necessários Para pedir o cartão de estacionamento para pessoas com deficiência, reúna a seguinte documentação:   Requerimento modelo 13 IMT (preenchido e assinado) Documento de identificação (Cartão de Cidadão ou, no caso de cidadãos estrangeiros, título de residência ou passaporte com visto válido) Atestado médico de incapacidade multiuso, que comprove o grau de incapacidade exigido. Vantagens do cartão de estacionamento Ter este cartão pode fazer toda a diferença na rotina de quem tem dificuldades de mobilidade. Algumas das principais vantagens incluem:   Estacionamento em lugares reservados a pessoas com deficiência, devidamente assinalados Possibilidade de estacionar em locais não permitidos, mas apenas quando for absolutamente necessário e sem obstruir a via pública Isenção do pagamento de parquímetro nos locais onde haja estacionamento pago por tempo limitado Possibilidade de pedir um lugar de estacionamento perto de casa ou do trabalho, junto da câmara municipal. Saiba como já de seguida. Como pedir um lugar de estacionamento perto de casa ou do trabalho? Se já tem um cartão de estacionamento para pessoas com deficiência e quer assegurar um lugar reservado perto de casa ou local de trabalho, deve contactar os serviços municipais da sua área de residência. O pedido é feito através de um requerimento específico, dirigido ao presidente da autarquia ou aos serviços municipais, indicando o local onde pretende ter o estacionamento privativo. A duração da autorização varia consoante as regras de cada município. Quanto custa e qual a validade do cartão? O cartão de estacionamento para pessoas com deficiência é gratuito. Tem uma validade de 10 anos, a menos que o atestado médico determine um período de reavaliação da incapacidade. Sempre que utilizar o cartão, este deve estar colocado no tablier do carro, de forma visível. Coimas e penalizações Estacionar num lugar reservado para pessoas com deficiência sem o cartão pode sair caro. Esta infração é considerada grave e pode resultar em:   Coima entre 60 e 300 eurosPerda de dois pontos na carta de condução Possível inibição de conduzir entre um mês e um ano Reboque do veículo e custos associados. Precisa de transporte? Conte com a Ambula! Em algumas deslocações, o transporte próprio pode não ser a melhor opção. Se precisa de um serviço seguro e cómodo para consultas, tratamentos ou outros compromissos médicos, conte com a Ambula! Partilhar:

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Ambulâncias ou VDTD: conheça as diferenças

No tema do transporte de doentes, dois termos acabam por surgir com frequência: ambulância e VDTD (Veículo Dedicado ao Transporte de Doentes). Se já se questionou sobre as reais diferenças entre eles, este artigo vem esclarecê-lo.   Ambas as viaturas têm funções importantes no cuidado aos doentes, mas são bem distintas, tanto na sua utilização como nos equipamentos que oferecem. Ora leia. O que são ambulâncias? As ambulâncias, em termos simples, são veículos especialmente equipados para transportar doentes. Existem diferentes tipos de ambulâncias, e cada uma é projetada para situações específicas.Em geral, uma ambulância é tripulada por, no mínimo, dois profissionais habilitados para prestar cuidados médicos durante o transporte. Estes profissionais podem ser, por exemplo, técnicos de emergência ou enfermeiros, dependendo do tipo de ambulância. Tipos de ambulâncias Tipo A: são ambulâncias de transporte, adequadas para transportar doentes que não apresentam riscos imediatos à saúde. O Tipo A1, por exemplo, transporta um doente em maca ou cadeira de rodas, enquanto o Tipo A2 pode transportar vários doentes e seus acompanhantes Tipo B: conhecidas como ambulâncias de emergência, são equipadas para transportar doentes em situações de urgência, com recursos para prestar cuidados médicos imediatos Tipo C: estas ambulâncias são de cuidados intensivos, usadas para transportar doentes com risco de vida que necessitam de cuidados médicos avançados durante o transporte, como ventilação ou monitorização intensiva. O que são os VDTD? Os Veículos Dedicados ao Transporte de Doentes (VDTD) são veículos ligeiros, pensados para o transporte de doentes em situações não urgentes. Ao contrário das ambulâncias, os VDTD são usados para transportar pessoas que, embora precisem de ser transportadas em segurança, não necessitam de cuidados médicos durante o percurso. São comuns no transporte de doentes para consultas ou exames que não envolvem risco imediato. Imagem: interior de uma ambulância Principais diferenças entre ambulâncias e VDTD 1. Função e tipo de doente A principal diferença entre uma ambulância e um VDTD é o tipo de doente que cada um transporta.   As ambulâncias são equipadas para prestar cuidados durante o transporte Os VDTD são destinados ao transporte de doentes cujas condições clínicas não exigem cuidados médicos durante o transporte. Ou seja, as ambulâncias são usadas para situações de urgência e emergência, enquanto os VDTD são usados para transporte de doentes que não estão em risco iminente de vida. 1. Função e tipo de doente Ambulâncias: dependendo do tipo, as ambulâncias podem ter equipamentos especializados, como sistemas de ventilação, monitores e medicamentos. As ambulâncias de emergência (Tipo B) ou cuidados intensivos (Tipo C) estão equipadas com tecnologias e recursos que permitem salvar vidas durante o transporte VDTD: são mais simples em termos de equipamento, já que não requerem os mesmos cuidados médicos durante o transporte. Normalmente, esses veículos têm rampas ou elevadores para facilitar o acesso de doentes em cadeiras de rodas e são equipados com ar condicionado para garantir o conforto durante o trajeto. 2. Tripulação A tripulação de uma ambulância é mais qualificada e dispõe de profissionais de saúde formados para prestar cuidados durante o transporte. Por exemplo, uma ambulância do Tipo B tem, no mínimo, dois profissionais de saúde, enquanto uma do Tipo C tem uma equipa composta por médicos e enfermeiros.   Nos VDTD, a tripulação é mais simples: geralmente, é composta por um condutor com formação em Suporte Básico de Vida, sem a necessidade de profissionais de saúde a bordo. 3. Licenciamento Ambos os tipos de veículos precisam de estar devidamente licenciados e homologados para garantir a segurança do transporte. As ambulâncias devem passar por vistorias regulares e atender a requisitos mais rigorosos em termos de equipamento e tripulação, dada a sua função de prestar cuidados de saúde. Os VDTD, embora também necessitem de certificação, têm requisitos menos exigentes, uma vez que não envolvem a prestação de cuidados médicos durante o transporte. Quando utilizar cada um? A escolha entre uma ambulância e um VDTD depende sempre da situação clínica do doente: Ambulância: quando o doente apresenta uma condição de risco ou precisa de cuidados médicos durante o transporte, como em situações de urgência, emergência ou quando é necessário monitorizar a sua saúde VDTD: quando o doente não apresenta risco imediato e o transporte é para situações não urgentes, como consultas ou exames médicos. Vale a pena pedir um VDTD? Com a nossa experiência como empresa especializada em transporte de doentes não urgentes, sabemos que, para muitos, a deslocação para consultas, exames ou tratamentos pode ser um verdadeiro desafio. O desconforto, a insegurança ou a simples preocupação com o transporte podem tornar a viagem ainda mais difícil. E é aqui que o VDTD se destaca: a solução perfeita para quem não precisa de cuidados médicos durante o trajeto, mas não abre mão de um transporte seguro, confortável e adaptado às suas necessidades. Ambula VDTD: o transporte certo para o seu conforto e segurança Na Ambula, sabemos que cada doente tem necessidades únicas. Por isso, oferecemos um serviço especializado de transporte de doentes não urgentes, ideal para aqueles que precisam de ser deslocados com segurança e conforto, mas sem a necessidade de cuidados médicos durante o trajeto. Seja para consultas, exames ou tratamentos, os nossos veículos são equipados para garantir o bem-estar do doente, com uma equipa treinada e pronta para oferecer o apoio necessário. Se procura um transporte seguro, confortável e eficiente, a Ambula é a escolha certa para cuidar de si ou dos seus entes queridos em cada deslocação. Contacte-nos e descubra como podemos tornar o seu transporte mais simples e tranquilo! Partilhar:

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Saiba como funciona um teste de gravidez e quando é recomendado fazer

A dúvida bate à porta e o coração acelera. Será? É natural sentir-se ansiosa, com mil perguntas na cabeça: “Estarei grávida?” “Quando devo fazer um teste de gravidez?” Como funciona realmente?”. Se está a passar por este momento, respire fundo – este artigo é para si. Aqui, explicamos tudo o que precisa de saber sobre testes de gravidez, desde como funcionam até à forma certa de os realizar. E porque a internet está cheia de mitos e soluções caseiras, desvendamos também o que é verdade e o que não é. Preparada? Vamos a isto! O que é e como funciona um teste de gravidez? O teste de gravidez é uma forma simples e eficaz de descobrir se está grávida. Funciona ao detetar uma hormona chamada hCG, que começa a ser produzida depois do óvulo fertilizado se fixar na parede do útero, geralmente entre seis a 10 dias após a fecundação. Primeiro, o hCG aparece no sangue e, pouco tempo depois, já é possível encontrá-lo na urina. É esta hormona que os testes procuram para dar a resposta que tanto espera. Existem dois tipos principais:   Teste de urina: pode ser feito em casa com um stick comprado na farmácia. É rápido e fácil de usar Teste de sangue: realizado num laboratório, é mais sensível e permite saber não só se está grávida, mas também em que fase da gravidez está. Quando devo fazer um teste de gravidez? O momento ideal para fazer um teste de gravidez é a partir do primeiro dia de atraso menstrual. Nesta altura, os níveis de hCG já são suficientemente elevados para serem detetados. Contudo, se não tem ciclos regulares ou se teve relações desprotegidas recentemente, o teste só será considerado definitivo 19 dias após a relação. Se optar por fazer o teste antes do atraso menstrual, escolha um teste mais sensível, que possa ser utilizado até 6 dias antes da data prevista para a menstruação. Como é o exemplo do Clearblue Digital Ultra Antecipado. Para maior fiabilidade, faça o teste de manhã, com a primeira urina do dia, que tem uma concentração mais elevada de hCG. Como fazer um teste de gravidez? Fazer um teste de gravidez de farmácia é simples: 1. Retire o stick da embalagem e remova a tampa2. Coloque a ponta absorvente sob o fluxo de urina por alguns segundos ou mergulhe-a numa amostra de urina recolhida3. Coloque a tampa novamente e deixe o stick numa superfície plana4. Aguarde o tempo indicado nas instruções (geralmente 1-3 minutos)5. Leia o resultado:   Positivo: surgem duas linhas ou a palavra “Grávida” Negativo: aparece apenas uma linha ou a palavra “Não grávida”. Se o resultado não for claro (por exemplo, uma linha muito ténue), repita o teste após alguns dias.   O que é um falso positivo? Um falso positivo ocorre quando o teste de gravidez indica que está grávida, mas na verdade não está. Embora os testes de farmácia sejam bastante precisos, alguns fatores podem levar a este tipo de resultado, como:   Uso de medicamentos que contenham hCG (como tratamentos de fertilidade Presença de quistos nos ovários ou outras condições de saúde Teste fora do prazo de validade ou mal armazenado Perda precoce da gravidez, como numa gravidez química Se tiver um teste positivo e dúvidas sobre a sua fiabilidade, é sempre aconselhável confirmar com um médico. E um falso negativo? Já um falso negativo acontece quando o teste indica que não está grávida, mas na verdade está. Pode ocorrer em situações como:   Teste realizado demasiado cedo, antes de os níveis de hCG serem detetáveis Urina diluída, especialmente se ingeriu muitos líquidos antes do teste Erros no procedimento, como não seguir as instruções corretamente Testes de baixa sensibilidade, menos capazes de detetar níveis iniciais de hCG.   Se tiver sintomas de gravidez e o teste for negativo, é recomendável repeti-lo alguns dias depois ou consultar um médico para esclarecimentos. O mito dos testes de gravidez caseiros infalíveis Com tantas sugestões a circular na internet, muitas mulheres podem sentir-se tentadas a recorrer a um teste de gravidez caseiro para tentar obter um resultado, antes de fazer o teste de farmácia. A verdade, porém, é que as opções caseiras não são fiáveis e não têm qualquer base científica. Alguns métodos, como o teste de gravidez caseiro com saliva, com vinagre, com açúcar ou, até mesmo, o teste de gravidez caseiro com limão, são apenas mitos populares que circulam há gerações. Estes métodos, muitas vezes chamados de “testes de gravidez caseiros infalíveis” não têm qualquer poder real de detetar a hormona hCG que, como já explicado acima, é a responsável pela confirmação de uma gravidez. Em vez disso, baseiam-se em reações químicas ou crenças populares que, na melhor das hipóteses, não produzem qualquer efeito, e, na pior, podem dar resultados falsos ou enganosos. Para garantir uma resposta precisa e segura, o mais indicado é recorrer aos testes de gravidez de farmácia, que são cientificamente comprovados e apresentam uma alta taxa de precisão, mais do que qualquer teste de gravidez caseiro. As dúvidas mais comuns sobre testes de gravidez Como saber se estou grávida? Os primeiros sinais incluem atraso menstrual, náuseas, cansaço e aumento da sensibilidade mamária. Confirme com um teste de gravidez. Com quantas semanas o teste de gravidez dá positivo? Geralmente, a partir de 1-2 semanas após a conceção, dependendo do tipo de teste utilizado. Com quantos dias posso fazer um teste de gravidez de farmácia? A partir do primeiro dia de atraso menstrual ou 19 dias após a relação desprotegida. Como fazer um teste de gravidez? Siga as instruções na embalagem, colocando o stick sob o fluxo de urina ou mergulhando-o numa amostra recolhida. Quando é que se deve fazer o teste de gravidez? Idealmente, de manhã, com a primeira urina do dia (para maior contracção de hCG na urina). Quanto custa um teste de gravidez? Os preços variam entre cinco e 20 euros, dependendo da marca e das funcionalidades do teste. Onde comprar um teste de gravidez? Em farmácias, supermercados ou

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O poder transformador do exercício físico para a saúde física e mental

E se lhe disséssemos que mexer o corpo pode ser a melhor receita para cuidar tanto do físico como da mente? Sim, é verdade! O exercício físico tem o poder de transformar a forma como nos sentimos, por dentro e por fora, com efeitos que vão muito além do simples “ficar em forma”. Conheça os incríveis benefícios de integrar a atividade física no dia a dia e as respostas às perguntas que (quase) todos já fizemos sobre o tema. A importância da atividade física para o bem-estar e a qualidade de vida Imagine poder fazer algo que, simultaneamente, melhora a circulação sanguínea, fortalece os músculos, baixa o colesterol e ainda estimula o seu cérebro a libertar neurotransmissores que o deixam mais feliz. Saiba que esse “algo” existe: chama-se exercício físico regular. Bastam 30 minutos por dia de atividade moderada para começar a colher benefícios — quer seja a caminhar, a dançar ou até a passear o cão. Mexer o corpo ajuda também a prevenir doenças cardiovasculares, melhora a respiração, controla o peso e fortalece os ossos. Mas o impacto vai além do corpo físico: ao mexer-se, também melhora a sua qualidade de sono, reduz o stress e aumenta a capacidade de concentração e memória. O que o exercício físico faz pela saúde mental A prática regular de exercício físico é quase como tomar um antidepressivo leve — mas sem os comprimidos. Está provado que ajuda a combater sintomas de ansiedade e depressão, ao estimular a libertação de dopamina, serotonina e endorfinas, substâncias cerebrais que geram sensação de bem-estar e relaxamento. Não é à toa que muitos médicos recomendam a atividade física como parte do tratamento de transtornos mentais. Para quem está a enfrentar dias difíceis, mexer o corpo pode ser um escape para o stress acumulado, ajudando a clarear a mente e a encontrar equilíbrio. E mais: melhora a autoestima, porque cuidar de si é também um ato de amor-próprio. E quanto mais confiante se sentir, melhor estará preparado para enfrentar os desafios do dia a dia. Benefícios do exercício físico para o corpo e para a mente? Para o corpo: fortalece o sistema cardiovascular, regula o peso, melhora a postura, aumenta a flexibilidade e dá-lhe energia extra para enfrentar o dia Para a mente: potencia a concentração e a memória, ajuda a dormir melhor, reduz o cortisol (a famosa hormona do stress) e promove uma sensação de euforia conhecida como runner’s high. O simples ato de se movimentar é um convite ao equilíbrio entre o físico e o psicológico. Se praticado ao ar livre tem, ainda, o bónus do contacto com a natureza, o que pode aumentar a motivação e reforçar os benefícios. Como encontrar motivação para começar? 4 dicas Nem sempre é fácil sair do sofá, mas pequenas estratégias podem fazer a diferença. Ora veja:   Defina objetivos realistas: comece por metas pequenas, como uma caminhada de 15 minutos Prepare-se com antecedência: deixe os ténis e a roupa prontos na noite anterior Escolha algo de que goste: prefere dançar? Ou talvez fazer yoga? O segredo é encontrar uma atividade que lhe dê prazer Arranje companhia: um amigo ou mesmo um grupo online pode tornar tudo mais divertido. Faça do lar o ponto de partida: exercícios para fazer em casa Não é preciso um ginásio ou equipamento sofisticado para começar a mexer o corpo e cuidar da mente. Sugerimos-lhe alguns exercícios simples e eficazes que pode fazer em casa, no seu tempo: Alongamentos matinais (5 a 10 minutos) Benefício: aumentam a flexibilidade, aliviam as tensões musculares e ajudam a começar o dia com mais calmaComo fazer: Estique os braços para cima, como se quisesse alcançar o teto Dobre-se lentamente para a frente, tentando tocar os dedos dos pés Finalize com rotações suaves do pescoço e ombros. Agachamentos (3 séries de 10 repetições) Benefício: fortalecem as pernas e glúteos, além de promoverem a circulação sanguínea.Como fazer: Afaste os pés à largura dos ombros Dobre os joelhos como se fosse sentar numa cadeira, mantendo as costas direitas Volte à posição inicial e repita. Caminhada no lugar (5 minutos) Benefício: melhora a circulação, ativa o corpo e liberta endorfinas, promovendo o bem-estarComo fazer: Caminhe no lugar, levantando bem os joelhos Aumente gradualmente a intensidade, se desejar. Dança livre (10 a 15 minutos) Benefício: reduz o stress, melhora o humor e trabalha o corpo todoComo fazer: Coloque a sua música favorita e mova-se livremente Não há regras — o importante é divertir-se e deixar-se levar pelo ritmo Se precisar de inspiração, há muitos vídeos no YouTube com aulas de dança para todos os gostos e níveis. Basta procurar o estilo que mais gostar e começar a mexer-se. Respiração profunda e relaxamento (5 minutos) Benefício: diminui a ansiedade e melhora a concentração.Como fazer: Sente-se ou deite-se confortavelmente Inspire profundamente pelo nariz durante quatro segundos, segure o ar por quatro segundos e expire lentamente pela boca durante seis segundos Repita o ciclo. Partilhar:

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